sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Argentina e Urugai no topo do ranking dos países com maior índice de inflação na América Latina


O fim de 2010, reconfirmou que tempo é um fato: os aumentos de preços (reais) no país, de longe, superior ao resto dos latinos, com uma exceção, embora muitas delas também mostram elevadas taxas de crescimento.
A economia Bolivariana encerrou o ano com um aumento de preços de 27,2%, de acordo com funcionários do Banco Central, em meio a um cenário de recessão. Aqui, com a diferença de que a expansão econômica foi observada no ano passado, o valor da inflação terminou muito perto do bolivariano. Mas não houve relatos de oficiais ratificá-lo, mas os consultores e fundações privadas a desenvolverem as suas próprias taxas para a orientação na ausência de verdadeiros indicadores público.
A partir desses cálculos cerca de 25%, refletindo o aumento nos preços "real", há a posição infeliz de liderança na região. Para citar um caso, o inquérito realizado a cada mês se juntou a consultoria Ecolatina 26,6% entre janeiro e dezembro de 2010.
Em termos oficiais, o índice de preços ao consumidor (IPC), elaborado pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (INDEC), em novembro marcou um avanço de 10% até agora este ano. E se o indicador se move ao ritmo que fez durante os meses diferentes do ano, pode esperar um aumento de menos de um ponto percentual o final do ano.
Este seria o local limpo e idiota de inflação do ano passado, cerca de 11% em comparação a 7,7% em 2009 e 7,2% no ano anterior. De um lado, enterrando o número termina com o intervalo de previsão de 6,1% refletiu no orçamento aprovado no ano passado. Essa figura estava por trás de metade do ano, quando se mede o acumulado subiu em julho deste ano de 5,9% para 6,7%. Por outro lado, acende uma luz de advertência para o governo, determinado a negar a inflação: mesmo se tomada como verdadeira medida oficial, o número é muito superior ao dos outros países da vizinhança.
Base, os preços no Brasil subiram 5,91% em 2010 para seu nível mais alto em seis anos, conforme publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em um contexto de crescimento económico, com uma expectativa expansão de 7%

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